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JORNAL DIÁRIO: PATRIMÔNIO DO POVO DE PARÁ DE MINAS

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JORNAL DIÁRIO: PATRIMÔNIO DO POVO DE PARÁ DE MINAS

Com esta edição, o DIÁRIO de Pará de Minas chega ao número 5.400 e em breve estará comemorando também o seu vigésimo aniversário. O jornal foi fundado pelo gigante (literalmente) Wanderlei Salmazzo, falecido quase repentinamente em dezembro do ano passado. O DIÁRIO é uma empresa familiar e quem assumiu a direção do jornal foram a viúva Martha Barbosa Salmazzo e seu filho Athila Barbosa, que já atuavam na empresa ao tempo do saudoso diretor, esposo e pai. Foi um choque a morte de wanderlei, que pegou a todos de surpresa, mas o jornal seguiu em frente. Eu, que fui dono de dois jornais na cidade, e colaborei com todos os outros a partir de 1976, conheço bem as dificuldades de se fazer imprensa em Pará de Minas. Costumo dizer que fazer jornal no interior é como matar um leão a cada edição. Quando Wanderlei Salmazzo transformou o jornal de semanário em diário, eu disse a ele que todos os dias um leão seria morto na Rua das Orquídeas, onde fica a sede do jornal. E assim tem sido há 5.400 dias.
Dona Martha e Athila herdaram uma empresa, que a exemplo de milhares de outras espalhadas pelo Brasil, vivia e ainda passa por apertos financeiros e vêm se esforçando demais para que jornal chegue às bancas e às mãos dos assinantes todos diariamente. Apesar dos obstáculos promoveram interessantes mudanças no jornal, que está com um “lay-out” mais bonito e com novos colaboradores em suas colunas diárias. A linha editorial também foi reformulada, passando a cobrir mais segmentos da comunidade e isto é muito bom, pois o jornal alcança todas as classes sociais.
O Diário segue em frente e para prosseguir em sua trajetória, precisa agora do apoio de seus milhares de leitores fiéis, não apenas daqueles que honram o DIÁRIO com suas assinaturas, como também dos que compram o exemplar nos pontos de venda espalhados pela cidade.
O DIÁRIO, ao atingir sua edição 5.400, não pertence mais apenas ao herdeiros de Wanderlei, é, de fato, propriedade do povo de Pará de Minas. Posso garantir que são pouquíssimas as cidades do interior de Minas que contam com jornal diário. Mesmo cidades dentre as mais populosas não têm esse privilégio. Os pará-minenses têm e precisam zelar pela sua manutenção.
A diretora Martha B. Salmazo e o gerente Athila Barbosa estão se esforçando para manter a periodicidade do nosso DIÁRIO e precisam do apoio de todos. Agora o jornal abre a campanha pela renovação e aquisição de assinaturas. Todos os colunistas do jornal já estão envolvidos nesta tarefa, não custa lembrar que nenhum de nós é remunerado pela titularidade das colunas. O prazer de ser lido por milhares de pessoas é maior do que qualquer recompensa financeira.
Não podemos deixar o DIÁRIO retroceder em sua tarefa de bem informar. Mas, para que a direção do jornal continue matando um leão por dia é preciso que o leitor colabore com sua assinatura.

O DIÁRIO seguirá em frente com o apoio de seu fiel leitor.

Luiz David

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